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Notícias representação

 

 

Presidente da OCB realiza palestra na Carol

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O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, vai proferir palestra na cooperativa Carol, em Orlândia (SP), nesta quinta-feira (27/8). O tema será “Cooperativismo, o melhor caminho”, e é destinado a jornalistas, estudantes de Jornalismo e professores da rede estadual de ensino. A palestra é promovida pela Associação Brasileira de Agronegócio da Região de Ribeirão Preto (Abag-RP), integrando a programação do ciclo relacionado ao II Prêmio Abag de Jornalismo.

A participação em uma das palestras é condição necessária para participar do concurso aberto a jornalistas e estudantes de Jornalismo. O objetivo do concurso é ressaltar a importância do agronegócio no contexto da economia nacional, e o cooperativismo foi incluído como um dos temas.

A presença de professores tem em vista outra iniciativa da Abag-RP, o Programa Abag na Escola, que consiste na visita de estudantes a empresas da região ligadas ao ramo agronegócio, que ocorrerá a partir de setembro.
A programação de hoje marca, às 9 horas, o pronunciamento do presidente da Carol, José Oswaldo Galvão Junqueira. Em seguida, André Pessoa, da Consult, discorrerá sobre “Grãos: dinâmica da produção e consumo”.

Após esta palestra, professores, jornalistas e estudantes visitarão as instalações da Carol, em Orlândia e na vizinha cidade de São Joaquim da Barra, para conhecer as áreas de produção de sementes, de rações e sais minerais, estrutura de armazenagem e industrialização da soja.
O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, deverá proferir sua palestra às 14 horas.
 

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Perdigão e Sadia defendem fusão das empresas e criação da BRF

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Nesta terça-feira (25/8), devido a requerimento dos deputados, membros da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Arnaldo Jardim e Assis do Couto e do deputado Leandro Sampaio, foi realizada audiência pública com o objetivo de esclarecer a tentativa de fusão dos grupos Sadia e Perdigão na indústria alimentícia Brasil Foods (BRF) e os impactos sobre o mercado de alimentos. 

Durante o debate, realizado em conjunto pelas comissões de Defesa do Consumidor (CDC); de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e de Desenvolvimento Rural (CAPADR) e de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDEIC), os parlamentares demonstraram suas preocupações com possíveis prejuízos a produtores, consumidores e empregados. 

O presidente da Frencoop, deputado Zonta, disse que sua maior preocupação é a garantia de emprego para os atuais empregados da Sadia e da Perdigão, lembrando o drama vivido pelos trabalhadores quando a empresa Saíque Chapecó fechou. 

O deputado Ivan Valente disse ver com preocupação a fusão das duas empresas, sobretudo para os consumidores do País. "O que nós estamos assistindo com essa fusão é o monopólio quase total de produtos alimentícios em várias áreas. São as duas maiores empresas formando, sem dúvida, um cartel, que tem capacidade pra determinar tudo na cadeia produtiva."

Já o coordenador geral da Frencoop, deputado Luis Carlos Heinze, avalia que a fusão pode tornar a nova empresa mais saudável, contanto que seja dada a devida atenção para que nem produtores nem consumidores sejam prejudicados.

Os representantes da futura BRF, o presidente da Perdigão, José Antonio Fay, e o diretor-presidente da Sadia, Gilberto Tomazoni, defenderam a fusão das duas empresas exportadoras de frango, aves e congelados. Os dirigentes argumentaram que a fusão significará a criação de uma das maiores e mais eficientes companhias de alimentos processados do mundo, com sede no Brasil. Juntos, os grupos Sadia e Perdigão representariam a décima maior empresa do ramo em todo o mundo. A BRF também seria a líder no comércio mundial de proteínas animais, com capacidade de gestão para expandir-se principalmente no âmbito internacional.

A fusão ainda será analisada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão que disciplina a ação das empresas contra a formação de monopólios em setores da economia. O relator do processo de fusão no Cade, Paulo Furquim, presente no debate, apenas explicou aos deputados a função do Conselho, pois maiores detalhes do processo seriam considerados quebra de sigilo.

A nova empresa, se autorizada pelo Cade, terá na composição de seu capital acionário cerca de 34% de capital nacional, 31% de fundos de aposentadoria, 26% de investidores estrangeiros e 7,6% de ações emitidas por bancos americanos, as chamadas ADRs. (Com informações e foto da Agência Câmara) 

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OCB instala o Conselho Consultivo do Ramo Habitacional

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O presidente Nacional do Ramo Habitacional na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Manoel Messias Gonçalves Cruz, instalou, nesta quarta-feira (26/8), na sede da OCB, em Brasília (DF), o Conselho Consultivo do Ramo Habitacional. Cerca de 50 autoridades do segmento e deputados membros da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), participaram da cerimônia. O evento objetivou também discutir questões pontuais do ramo, analisar experiências de países como a Espanha e Portugal e a criação do Banco Brasileiro de Gestão com base na mesma instituição em funcionamento em Portugal, o BPG.


A mesa de instalação foi composta pelo presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas; o presidente da Frencoop, deputado Odacir Zonta; o deputado Dilceu Sperafico, representante do Ramo Habitacional na Frencoop; Guilherme Vilaverde, presidente da Federação das Cooperativas Habitacionais Econômicas de Portugal; o prefeito de São Gonçalo do Amarante (RN), Jaime Calado; e o embaixador do Senegal no Brasil, Fode Seck.

O presidente da OCB fez a abertura da cerimônia ressaltando que o Conselho tem à frente a missão de estruturar o Ramo Habitacional, unificando pensamentos e necessidades. “Este fórum reunirá idéias e experiências, estabelecerá parcerias e alianças com o objetivo único de discutir estrategicamente soluções para o cooperativismo habitacional”, disse Lopes de Freitas.

Marco histórico - Na sequência Dilceu Sperafico se colocou à disposição do Conselho na luta pelos interesses do segmento junto ao Congresso Nacional. Segundo o deputado, a estruturação do Conselho é a oportunidade que faltava para fazer deslanchar o desenvolvimento do Ramo Habitacional como ocorreu em Portugal. O presidente da Frencoop, Odacir Zonta, complementou dizendo que a instalação do Conselho Consultivo é um marco divisório e histórico para o setor. Sentimento compartilhado pelo prefeito Jaime Calado, que pontou que a nova era que se inaugura hoje significa a volta do crédito habitacional.

As autoridades internacionais Guilherme Vilaverde e Fode Seck colocaram seus países – Portugal e Senegal – à disposição para novas alianças em prol do fortalecimento do cooperativismo habitacional brasileiro.

Finalidades – Manoel Messias expôs o regimento interno do Conselho e descreveu suas finalidades. Entre elas, dar apoio à OCB nos assuntos pertinentes às cooperativas habitacionais, estruturar e manter programas de infraestrutura para o desenvolvimento do cooperativismo habitacional, e atuar junto a outras entidades de representação para firmar parcerias que atendam às necessidades das cooperativas habitacionais.

Números - O Ramo Habitacional está organizado em oito federações. Congrega, hoje, cerca de 79 mil associados em 340 cooperativas em todo o País, gerando mais de 1300 empregos diretos.

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Sistema OCB-Sescoop/ES promove 1ª Reunião do Café

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Dando continuidade ao processo de aproximação e integração das cooperativas de café do Espírito Santo, o Sistema OCB-Sescoop/ES promove no próximo dia 3 de setembro, na sede do Sistema, a 1ª Reunião do Café. Serão apresentados os resultados de uma pesquisa sobre a viabilidade da criação de uma marca de café beneficiado das cooperativas capixabas.

Nessa reunião as cooperativas e entidades parceiras do Sistema terão acesso à pesquisa encomendada pelo Sistema, feita pela empresa Marccato , sobre a viabilidade de uma marca de café beneficiado para as cooperativas capixabas agregarem valor a produção.

Essa ação é uma continuidade do processo de integração das cooperativas de café, que se iniciou no ano passado com uma visita à duas grande cooperativas que dentre outros serviços, também beneficiam o produto, que são a Cooxupé em Guaxupé, Minas Gerais e Cocapec em Franca, São Paulo. (Fonte: OCB/ES)
 

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OCB/AL inicia Formação de Multiplicadores neste sábado

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Neste sábado, 29, o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Alagoas (OCB/AL) inicia a Formação de Multiplicadores, no auditório da Faculdade Integrada Tiradentes (FITS). Em sua primeira turma, a OCB/AL tem como objetivo principal formar professores, para que eles também fiquem cadastrados em seu banco de dados e possam ministrar cursos para o Sescoop/AL.

Representantes do Banco de Profissionais do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) abordarão temas como cooperativismo, Diversidade Humana, Divisão Sistêmica e Metodologia. O primeiro dia da formação contará com a participação do Assessor Jurídico da OCB/AL, João Ramiro Basto falando sobre Cooperativismo. Jorge Fireman, Mestre em Educação; Antônio Carlos Costa, Doutor em Psicologia Social e Virgínia Espinassé, já confirmaram presença
nos próximos sábados do curso.

A Formação seguirá nos cinco sábados seguintes no horário de 8h às 18h. A FITS fica na avenida Comendador Gustavo Paiva, 5017 – Cruz das Almas, em Maceió (AL). (Fonte: OCB/AL)
 

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26/8/2009 - Injeção de ânimo nas pesquisas

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Jennifer Gonzales - O Estado de S.Paulo

Passados 12 anos da aprovação da Lei de Proteção de Cultivares no Brasil, o cenário da pesquisa científica no desenvolvimento de variedades de plantas agrícolas mudou sensivelmente. Hoje, o País dispõe de 1.400 cultivares, entre transgênicas e convencionais, protegidas por meio de patentes e registradas no Serviço Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC). "Este número representa 5% do total das 23 mil cultivares registradas no País", diz a coordenadora do SNPC, Daniela Aviani.

Aprovada em 25 de abril de 1997, a LPC reconhece a propriedade sobre novas variedades de plantas agrícolas e protege o direito dos obtentores por 15 anos para grãos (oleaginosas, cereais e outros) e 18 anos para videiras, árvores frutíferas, florestais e ornamentais. "A lei foi criada para estimular o desenvolvimento de novas cultivares", diz Daniela.

MAIS VERBA

Na Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola (Coodetec), que reúne 36 cooperativas agrícolas em seis Estados, com sede em Cascavel (PR), a verba para pesquisa saltou de R$ 500 mil por ano para quase R$ 20 milhões, depois da LPC. Já o número de cultivares lançadas subiu de 3 em 2000 (2 de trigo e 1 de soja) para 14 em 2008 (1 de trigo e 13 de soja). Na Embrapa, a principal instituição pública de pesquisa agrícola do País, o volume investido, por meio de parcerias, foi de R$ 47,2 milhões entre 2001 e 2008, sendo que a Embrapa já detém um catálogo com 357 cultivares protegidas. Segundo o gerente geral da Embrapa Transferência de Tecnologia, Ronaldo Andrade, só em 2008 foram fechados 1.130 contratos de licenciamento para soja, ou 70% do total de 1.604 contratos de 1998 para cá.

Os efeitos da lei na Fundação Mato Grosso (FMT) também foram significativos: pós- LPC, a Fundação MT firmou parceria com a Associação de Produtores de Sementes e Técnicos em Melhoramento Genético (TMG), em 2000. De lá para cá, 34 cultivares foram lançadas. "Somos líderes em soja transgênica no Estado", diz o diretor-superintendente da TMG, Eberson Calvo. Um dos lançamentos de destaque foi a soja inox, resistente à ferrugem.

"Hoje temos estímulo para ampliar as pesquisas, pois os investimentos estão protegidos pela lei", diz o diretor executivo da Coodetec, Ivo Carraro. As pesquisas da Coodetec são custeadas com a venda de sementes e a cobrança de royalties. O chefe de assessoria de Inovação Tecnológica da Embrapa, Filipe Teixeira, diz que a LPC "foi extremamente benéfica", já que atraiu o interesse de empresas nacionais e internacionais no desenvolvimento de novas cultivares.

Um mercado anual de R$ 8 bilhões

Jennifer Gonzales - O Estado de S.Paulo

O Brasil produz 2 milhões de toneladas de sementes por ano, conforme dados da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem). O segmento movimentou, na safra 2007/2008, cerca de R$ 8 bilhões. Segundo a coordenadora do SNPC, Daniela Aviani, existem 1.400 cultivares protegidas no País, tanto transgênicas quanto convencionais, que representam 5% do total das 23 mil registradas para plantio e comercialização.

O registro é condição prévia para o lançamento de uma nova cultivar no mercado. A Lei de Sementes, promulgada após a LPC, em 5 de agosto de 2003, fortalece a fiscalização da produção e do comércio desse produto. Já a Lei de Proteção de Cultivares reconhece a propriedade sobre os lançamentos e protege o direito de seus criadores. Para discutir a qualidade na produção de sementes no mercado nacional, a Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates) promove, de 31 de agosto a 3 de setembro, em Curitiba (PR), o 16º Congresso Brasileiro de Sementes. Mais informações podem ser obtidas no www.abrates.org.br/cbsementes

 
Lei permite consumo próprio de sementes

Jennifer Gonzales - O Estado de S.Paulo

A Lei de Proteção de Cultivares prevê penalidades para quem reproduzir, vender, embalar e armazenar sementes protegidas sem autorização. Mas há exceções à regra. O produtor pode guardar sementes de cultivares protegidas para consumo próprio, ou seja, reservar parte da colheita para plantio na próxima safra. Para tanto, a Lei de Sementes e Mudas, instituída em 2003, determina que ele se inscreva no Ministério da Agricultura e prove a origem da semente.

Segundo a coordenadora do SNPC, Daniela Aviani, o agricultor deve ter, no máximo, quatro módulos fiscais (medida que varia segundo a região do País) e dois empregados permanentes, além de 80% da renda anual proveniente da agricultura. "O escambo de cultivares também não é atividade ilegal, desde que a troca seja feita entre pequenos produtores ou no âmbito de programas de agricultura familiar", explica Daniela.

Outra exceção é o uso de sementes para pesquisa (obtenção de nov"

Governo lança o Mapa Estratégico do Comércio Exterior de Minas Gerais

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O workshop de lançamento do projeto Mapa Estratégico do Comércio Exterior de Minas Gerais aconteceu nesta terça-feira (25/8), no Hotel Platinum, em Belo Horizonte (MG). A proposta é construir e sistematizar uma estratégia para o comércio exterior mineiro, ou seja, internacionalizar as empresas e produtos do estado. O Mapa Estratégico deverá contemplar a visão de todos os atores envolvidos, seus respectivos objetivos, indicadores, metas de longo prazo e iniciativas, bem como sistematizar o processo de acompanhamento e avaliação.

O presidente do Sistema Ocemg-Sescoop/MG, Ronaldo Scucato, acompanhado do superintendente William Bicalho e o técnico Marco Túlio Borgatti, participou do evento. Na ocasião, ele declarou satisfação de firmar mais esta parceria com o governo estadual. “O Cooperativismo tem o privilégio de participar desta iniciativa, coordenado pelo Executivo Mineiro, que busca ações vigorosas para contrapor os reflexos da crise financeira mundial. Esperamos, com isto, superar as dificuldades com profissionalismo e criatividade e, acima de tudo, registrar crescimento na balança comercial internacional mineira”, disse.

Por sua vez, a expectativa do governo é espelhar em um Mapa Estratégico os objetivos, indicadores, metas de longo prazo, iniciativas e sistemáticas de avaliação voltados para a exportação e para o comércio exterior de Minas Gerais.

Participaram da solenidade representantes da Central Exportaminas, Secretarias de Estado (como de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de Desenvolvimento Econômico), Sistema Ocemg-Sescoop/MG, subsecretaria de Assuntos Internacionais, INDI, BDMG, Apex Brasil, Faemg, Fiemg, SEBRAE-MG, entre outras entidades.

Na oportunidade, todos reconheceram a importância da iniciativa, que busca uma preparação para o atual momento de crise financeira mundial, que vem afetando diretamente a balança comercial.

O representante do Ministério de Desenvolvimento Industrial e Comércio Exterior, Welber Barral, destacou que o estado mais uma vez é pioneiro. “Esta iniciativa parte de Minas, que tem visão criativa. Minas Gerais tem capacidade de produzir rica gama de produtos para exportar, mas para tanto, é preciso planejar; por isto, aplaudo a iniciativa do Mapa Estratégico”, afirmou. (Fonte: Ocemg)

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Brasil ajuda Moçambique a aumentar produção agrícola

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Moçambique quer adotar o modelo brasileiro para iniciar a produção agrícola em grande escala. O ministro da Agricultura do país africano, Soares Nhaca, e equipe estiveram, nesta terça-feira (25/8), no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), onde foram recebidos pelo secretário-executivo, Gerardo Fontelles e outros secretários. “Nossa intenção é conhecer a experiência na produção agropecuária e saber como o Brasil fez para chegar onde chegou”, comentou Nhaca.

Para colaborar com a “Revolução Verde” iniciada em Moçambique, Fontelles destacou a importância de parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) nas áreas de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias aplicadas à agricultura. A exploração de novas áreas do país, a exemplo do que foi feito no cerrado brasileiro, também foi sugerida pelo secretário-executivo.

O cooperativismo foi apontado pelo secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Márcio Portocarrero, como saída para o fortalecimento dos pequenos produtores moçambicanos. “Hoje, no Brasil, grandes empresas exportadoras são formadas por pequenos produtores”, explicou.

O financiamento da produção de alimentos foi uma das dificuldades apontadas pelo ministro moçambicano. Dessa forma, o secretário-substituto de Política Agrícola, José Maria dos Anjos, explicou a política de preço mínimo adotada para ajudar os produtores na comercialização: a compra de excedentes e a equalização de preços, na qual o governo paga a diferença entre o preço mínimo e o valor de mercado.

Comércio - O Brasil exportou para Moçambique, de janeiro a julho deste ano, US$ 11,1milhões em produtos do agronegócio. As carnes (US$ 7,35 milhões), em especial a de frango in natura (US$ 7 milhões) são os principais produtos vendidos ao país africano. Produtos florestais (US$ 1,4 milhão) e lácteos vêm em seguida (US$ 532 mil) no ranking dos itens exportados a Moçambique. (Fonte: Mapa)

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Câmara Municipal de Manaus faz reunião prévia à instalação da Frente Municipal

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Visando articulação interna para formação da Frente Parlamentar Municipal Cooperativista (Frencoop Municipal), foi realizada, no auditório da Câmara Municipal de Manaus, nesta segunda-feira (24/8), reunião prévia com os futuros integrantes da Frencoop Municipal, entre os quais, os vereadores Homero de Miranda Leão,propositor do requerimento de instalação da Frente, Wilker Barreto, Elias Emanuel, Marcelo Ramos, Hissa Abraão e Massami Miki.

Na ocasião, estavam presentes o deputado estadual Luiz Castro (PPS), presidente da Frencoop Estadual, deputado estadual Adjuto Afonso, presidente da Frente Parlamentar Estadual de Apoio à Micro e Pequenas Empresas e a secretária geral adjunta da Frente Parlamentar Nacional do Cooperativismo (Frencoop Nacional), deputada federal Rebecca Garcia, além do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras no Amazonas (OCB/AM), Petrúcio Pereira de Magalhães Júnior, do presidente da Federação dos Sindicatos e Organização das Cooperativas Brasileiras do Norte (Fecoop Norte,) José Merched Chaar, o Superintendente do Sescoop/AM Adriano Fassini, o Diretor Superintendente do Sebrae-AM, Nelson Rocha e o Diretor Técnico Maurício Seffair, entre outros.
 

Na oportunidade, o presidente da OCB-AM, Petrúcio Magalhães Júnior apresentou um vídeo conceitual sobre o Sistema OCB/Sescoop, e enfatizou o processo democrático para a instalação da Frencoop Municipal. “A Frente Parlamentar Municipal Cooperativista deve ser, antes de tudo, suprapartidária, com todos os membros comprometidos com a causa cooperativista e composta por representantes da situação e da oposição ”, disse.
 

Na sequência, a deputada federal Rebecca Garcia fez explanação sobre a Agenda Legislativa do Congresso relacionada à Frencoop Nacional, ressaltando que fazem parte da Frente Nacional 228 deputados federais e 22 senadores.
 

Para o deputado estadual Luiz Castro, faz-se necessário que oposição e situação caminhem de mãos dadas,sendo que o vínculo de todos deve ser a lealdade para com o cooperativismo. “A nossa causa com o cooperativismo deve estar acima de tudo”, completou.
 

De acordo com o vereador Wilker Barreto, hoje não se questiona o potencial econômico das cooperativas. E que a importância da Frencoop Municipal se dá na medida em que a Frente irá, apoiar, tanto as leis diretas e indiretas no âmbito do cooperativismo.
 

Segundo o vereador Marcelo Ramos, a questão da articulação interna é o grande passo para o bom andamento dos projetos cooperativistas. “E a Frente será muito importante no sentido de se discutir previamente o que é bom ou não para o cooperativismo”, frisou.
 

O vereador Homero de Miranda Leão, finalizou a reunião, dando alguns encaminhamentos como o Projeto de Resolução da Mesa Diretora sobre a Instalação da Frencoop Municipal, que será apresentado na sessão desta terça-feira (25), bem como a discussão do Estatuto, o qual será aprovado por todos os integrantes da Frente. “O Projeto de Resolução da Mesa Diretora será apresentado em regime de urgência. E também serão assinadas as fichas de adesão para que o processo de instalação da frente seja transparente e democrático”, complementou.

Na opotunidade, o parlamentar frisou, ainda, a contribuição do ex-presidente da OCB-AM, José Merched Chaar e do médico, gestor de saúde, ex-presidente da Federação das Unimeds da Amazônia e atual diretor institucional da Confederação das Unimeds do Norte Nordeste, Petrúcio Pereira de Magalhães, por serem, até hoje vibradores e  e inovadores do cooperativismo no Brasil. 

Na próxima quinta-feira, 27, será realizada, oficialmente, a instalação da Frencoop Municipal, durante sessão solene no Plenário Adriano Jorge, com a presença do presidente nacional da OCB-AM, Márcio Freitas, do presidente da Frente Parlamentar Nacional do Cooperativismo, deputado federal Odacir Zonta e do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB/AM), Petrúcio de Magalhães Júnior. 

Frente Parlamentar - A Frencoop é uma organização suprapartidária que tem como principal missão manter o elo do cooperativismo com o legislativo, atuando como interlocutora nas ações e projetos de lei que possibilitem o desenvolvimento de cooperativas. As cooperativas atuam no Amazonas há mais de 18 anos e apesar de desenvolverem papéis importantes no tange à responsabilidade política, econômica e social, dos 62 municípios do estado, somente em 24 deles existem cooperativas. Conforme dados da Frente Parlamentar Nacional, o país possui mais de 7 milhões de famílias associadas a cooperativas. (Fonte: OCB/AM)

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Stephanes discute índices produtividade rural

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Representantes da bancada ruralista, da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e da Liderança do PMDB se reuniram na tarde de hoje (25/8) com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, para discutir a possível alteração dos índices de produtividade rural utilizados como critério para desapropriação de terras. A reunião foi acompanhada pela Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Mercados (Gemerc) da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
 
Durante a reunião os parlamentares argumentaram que diante dos problemas enfrentados pela agropecuária atualmente, causados pela crise internacional e pelo alto endividamento, não é o momento propício para alterar os índices de produtividade rural. O deputado Valdir Colatto, membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e presidente da FPA, pediu ao ministro que não assine a portaria que muda os índices de produtividade. "Vai haver uma devassa nas propriedades", reclamou. O deputado acrescentou que a portaria vai obrigar o produtor a manter a produção, mesmo com prejuízo.
 
Durante a audiência pública, o ministro Stephanes explicou que tem ouvido os produtores, mas que a reação tem sido muito forte. "A reação que tenho ouvido é muito emblemática e política, e tecnicamente, seria possível encontrar um caminho. Mas a questão política é mais forte."

Entre os argumentos que tem ouvido dos produtores, o ministro disse que eles consideram essa atualização uma interferência indevida nas propriedades, que seriam fiscalizadas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Segundo o ministro, os produtores também alegam que a agricultura caminha para ser a mais eficiente do mundo, embora o setor esteja sendo afetado pela crise econômica mundial.

Os produtores questionam ainda quem está medindo a produtividade dos assentamentos e consideram que hoje se mede a produtividade apenas pelo tamanho da propriedade, sem se levar em conta outros fatores com o preço de venda e as tecnologias. Para eles,a produtividade rural não pode ser medida pelo espaço físico da propriedade, mas pelo seu faturamento. O índice não deve ser calculado com base em um ou dois itens, mas sim em relação aos "fatores totais de produtividade", entre os quais arrolou a disponibilidade de crédito, o custo dos juros e da mão de obra e o acesso à tecnologia. (Com informações e foto da Agência Câmara)

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Superintendente da OCB participa de formação de líderes

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Mais um módulo do Programa de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas acontece, de 28 de agosto a 11 de setembro, nas cidades italianas de Roma , Bologna, Veneza, e na Alemanha, nas cidades de Munique, Nuremberg, Montabaur e Frankfurt. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) participa desta iniciativa com a presença do superintendente Luís Tadeu Prudente Santos. O programa tem como parceiros o governo federal, o Sindicato da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR), Sebrae Nacional e o Sebrae do Paraná.

O professor Ugo Calzolari, reitor da Universidade de Bologna, receberá a comitiva em Bologna, quando abordará o movimento cooperativo no contexto econômico e social da Emilia Romagna. Também serão tratados assuntos sobre a organização associativa do crédito cooperativo. A transformação do leite em queijo Parmigiano Reggiano, a produção e a comercialização de acetato de balsâmico, pecuária, setores aviário, hortifruticultor e vinicultor são outros pontos a serem discutidos. A programação prevê ainda visitas a propriedades onde são desenvolvidas atividades correlacionadas aos respectivos temas. Na Alemanha os dirigentes farão visita à Associação Regional da Bavária, na qual conhecerão o modelo de formação de cooperativas, e o setor bancário alemão.

O objetivo da capacitação é proporcionar aos dirigentes uma visão internacional de negócios, com base em experiências do setor cooperativista em outros países, estabelecer processos de geração de cooperação e negócios entre as cooperativas brasileiras e as estrangeiras. Promover o intercâmbio entre as instituições tecnológicas brasileiras e outros países, e gerar mecanismos para multiplicação do projeto em outras regiões do Brasil, também estão entre as metas. 

O curso de formação faz parte do projeto Paraná-Emilia Romagna, que conta ainda com a participação de parceiros estrangeiros - a Universidade de Bologna, o governo da Região de Emília Romagna, as centrais cooperativas Legacoop e Confcooperative, e o apoio da Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV) na Alemanha.

A experiência cooperativista da Emilia-Romagna foi o principal motivo para a realização da parceria entre o Sescoop/PR, Sebrae, governo federal e Universidade de Bologna. A região italiana concentra 15 mil cooperativas, num território equivalente ao oeste do Paraná, e é sede de grandes grupos alimentares. Localizada no norte da Itália, a Emilia-Romagna tem sido reconhecida como um dos melhores exemplos de uma economia cooperativa de sucesso, com mais de um terço do PIB regional produzido por pequenas empresas cooperadas.
 

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Convênios levam o Projeto Minibibliotecas a novas comunidades

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O Projeto Minibibliotecas chegará, ainda este ano, a 200 novas escolas e 120 telecentros de atendimento a comunidades de pescadores artesanais. Convênios a serem firmados com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e com o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) permitirão a chegada do acervo, produzido pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF), a esses novos públicos.

Nesta quarta-feira (26/8), está prevista a entrega de um kit demonstrativo para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas. “A intenção é estimular as cooperativas a divulgarem o projeto para a juventude rural nas comunidades onde estão inseridas”, disse Freitas.

Integram o kit títulos de publicações impressas, CDs com o programa de rádio Prosa Rural e DVDs com programas do Dia de Campo na TV. Os convênios com os dois ministérios também serão anunciados nesta quarta-feira, durante evento em comemoração aos 18 anos da Embrapa Informação Tecnológica. Além de Freitas, participará da solenidade o secretário executivo da OCB, Renato Nobile.
 
A partir da formalização do convênio com o MPA, serão produzidos 120 kits de Minibibliotecas com acervo diferenciado para a instalação em Telecentros da Pesca Maré. Os telecentros são projetos de inclusão digital de pescadores artesanais mantidos pela Secretaria de Aquicultura e Pesca. Cada kit será composto de 205 títulos de publicações impressas, 10 CDs contendo o programa de rádio Prosa Rural e 50 DVDs temáticos do Dia de Campo na TV. O objetivo é oferecer aos profissionais da pesca um leque de opções para estimular a aprendizagem.

A meta é beneficiar mais de cem mil pescadores e suas famílias, totalizando 500 mil beneficiários diretos e indiretos. Já as comunidades beneficiadas pelo MDS serão anunciadas, nesta quarta-feira, durante a solenidade em comemoração aos 18 anos da unidade.

Além do MDS e da Secretaria de Aquicultura e Pesca, outras parcerias estão sendo negociadas para levar o Projeto Minibibliotecas a novas comunidades. No campo e na floresta, tecnologias de comunicação e divulgação científica da Embrapa estão sendo colocadas à disposição de parceiros como o Ministério do Meio Ambiente e escolas agrícolas para o estímulo ao aprendizado e à conservação ambiental.

Durante o evento, o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, confirmará parceria com a Embrapa Informação Tecnológica para a divulgação de seus conteúdos no programa de rádio da Embrapa – Prosa Rural, pelo “Minuto do Serviço Florestal Brasileiro”.

Já a União Nacional das Escolas Agrícolas do Brasil (Unefab) será beneficiada a partir de um convênio para a publicação e distribuição da Revista da Formação por Alternância. A revista, editada semestralmente pela Unefab e distribuída a mais de 200 Centros Familiares de Formação por Alternância (Ceffas), passará a ser impressa pela Embrapa Informação Tecnológica. (Com informações da Assessoria da Embrapa)

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Ramo Habitacional se reúne amanhã em Brasília

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A criação do Conselho Consultivo do Ramo Habitacional (CCRH) é um dos assuntos que serão tratados nesta quarta-feira (26/8), durante uma reunião com autoridades, parlamentares e dirigentes de cooperativas habitacionais. A reunião terá a coordenação do presidente Nacional do Ramo Habitacional na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Manoel Messias Gonçalves Cruz e a abertura será feita pelo presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas. Também está prevista a participação do deputado Dilceu Sperafico, representante do Ramo Habitacional na Frente Parlamentar do Cooperativismo.

O evento será dividido em duas partes: uma é a solenidade que institui o 8º Conselho do Sistema Cooperativista e apresenta as ações a serem desenvolvidas e a segunda parte com reuniões técnicas para debater as políticas públicas e ações governamentais voltadas ao fomento do cooperativismo habitacional brasileiro. Os participantes terão a oportunidade ainda de conhecer casos de sucesso de cooperativas de Portugal e Espanha.

Também foram convidados o ministro das Cidades, Márcio Fortes, os deputados federais Odacir Zonta, que preside a Frencoop, e o deputado distrital Batista das Cooperativas,  além de representantes da Federação das Cooperativas Habitacionais e Econômicas de Portugal, da Universidade Politécnica de Madri e do Banco Português. O deputado federal Arnaldo Jardim também confimou presença.
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OCB participa de audiência pública na CAPADR

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A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) estará presente nesta quarta-feira (26/8), às 9h30, no plenário 6 da Câmara dos Deputados, na audiência pública da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR-CD). O tema abordado será “Endividamento agrícola do setor rural brasileiro”.

Segundo o vice presidente da Comissão, o deputado e membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Luis Carlos Heinze, que propôs a realização do encontro, os números de todas as políticas criadas mostram que nunca houve uma renegociação verdadeiramente abrangente. “A classe produtora precisa de regras claras e de alguma garantia. A atividade é estratégica para saciar a fome da sociedade, gerar empregos, renda e garantir um ótimo saldo positivo na balança. O agronegócio não está mendigando condições para pagar as dívidas adquiridas com os prejuízos das últimas safras. Ele quer ser olhado com o respeito de quem alicerçou a economia nacional ostentada por toda a
sociedade atualmente”, afirma.

Foram convidados para a audiência representantes dos setores afetados pelas dívidas: milho, algodão, café, cacau, leite,
arroz, soja, avicultores, suinocultores e pecuaristas.

Clique aqui (http://www.brasilcooperativo.coop.br/GERENCIADOR/ba/arquivos/24_a__28agosto2009.pdf)
para conferir a agenda completa de votações e discussões de projetos e temas de interesse do cooperativismo
em pauta, esta semana, no Congresso Nacional. (Com informações da Câmara dos Deputados)

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Comunidade virtual da Câmara vai discutir Estatuto da Juventude

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A Câmara Federal lança nesta terça-feira (25/8) uma nova comunidade virtual para discutir o Estatuto da Juventude (Projeto de Lei 4529/04). A comunidade ficará hospedada no portal e-Democracia - www.edemocracia.camara.gov.br. Por meio do site, será possível fazer comentários e sugestões nos fóruns temáticos, participar de salas de bate-papo, acessar os documentos e apresentar sugestões para texto do Projeto de Lei.

Para participar da nova comunidade, é preciso acessar o portal e-Democracia, cadastrar-se como usuário e clicar no ícone do Estatuto. Qualquer pessoa pode contribuir para o debate. O coordenador de Promoção Social do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Jorge Toledo, sugere aos jovens vinculados ao cooperativismo e àqueles que participam dos programas do Sescoop - Cooperjovem ou Formação de Jovens Lideranças envieem a sua opinião. “Os jovens das cooperativas brasileiras poderão contribuir para garantir a identidade da juventude cooperativista no Plano Nacional da Juventude”.
 
Sugestões e comentários - Todo o projeto será debatido no e-Democracia, segundo a relatora do Estatuto, deputada Manuela D'Ávila. "Queremos ouvir todos os setores da sociedade e procuraremos construir um projeto que leve em conta as sugestões que recebermos", afirmou Manuela.

Os temas iniciais para debate incluem: a capacitação para o trabalho; a obrigatoriedade ou não do ensino médio; os programas de planejamento familiar e de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis; e medidas que beneficiem a população jovem que cumpre alguma pena judicial, entre outros.

Direitos e deveres - Elaborado pela Comissão Especial da Juventude, instalada em 2003, o PL 4529/04 regulamenta os direitos das pessoas com idade entre 15 e 29 anos. O Estatuto define como obrigações da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar aos jovens a efetivação de diversos direitos: participação social e política; igualdade racial e de gênero; saúde e sexualidade; educação e representação juvenil; profissionalização e trabalho.

Além das discussões no campo virtual, a comissão, que é presidida pelo deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), está fechando uma agenda de audiências públicas em assembleias legislativas de vários estados para ouvir a juventude de diferentes partes do País. (Fonte: Agencia Câmara)

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Chineses abrem mercado para cooperativas brasileiras

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 “Surpreendemos os compradores chineses ao apresentar cooperativas empresariais, com produtos e marcas participativas no agronegócio”. A avaliação é do secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Márcio Portocarrero, após participar de missão com lideranças de cooperativas, durante duas semanas, na China. O objetivo foi promover a prospecção de negócios, avaliar o mercado e aproximar dos compradores chineses.

Participaram representantes de 14 cooperativas dos setores de carnes, laticínios, algodão, café e soja. De acordo com o secretário, é possível diminuir a ação dos intermediários com a atuação de cooperativas com produtos que já conquistaram o mercado mundial. “O Brasil é um grande produtor de alimentos, que são inseridos no mercado por meio de traders ou distribuidores. Grande parte do ganho do produtor acaba na mão dos intermediários”, diz.

Escritório - Durante as rodadas de negócios, os participantes decidiram manter contato permanente com o mercado da China e de Hong Kong. Em parceria com o Ministério da Agricultura, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e o consulado do Brasil em Hong Kong estudam a criação de um escritório das cooperativas na metrópole chinesa, com expectativa para operar ainda este ano.

Segundo o vice-presidente da Cooperativa Central Mineira de Laticínios (Cemil), Cilas Pacheco, o escritório será fundamental para a empresa dar continuidade aos negócios iniciados durante as rodadas na China. “É um mercado promissor, porém competitivo. Precisamos de um representante lá para mostrar e garantir mercado ao nosso produto”, afirma.

Para fomentar novos negócios entre as cooperativas brasileiras e os compradores de alimentos, outra missão irá ao país asiático, em novembro, com o propósito de participar da 13ª edição do Food & Hotel China. Para o secretário Márcio Portocarreo, a participação em feiras reforça a promoção do agronegócio. (Fonte: Mapa)
 

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Dirigentes de cooperativas participam de intercâmbio no Canadá e Estados Unidos

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Conhecer e discutir o funcionamento do Sistema Desjardins no Canadá e nos Estados Unidos. Este é o objetivo do Programa Internacional de Estudos sobre Cooperativismo - Sistema Desjardins, que começa hoje (24/8) e termina no dia 1° de setembro, em Montreal, no Canadá. O intercâmbio terá a participação de uma comitiva de 43 representantes do cooperativismo de crédito brasileiro. O curso faz parte das ações de capacitação para o fortalecimento do setor, por meio da integração do sistema, treinamentos de técnicos e da educação cooperativista.

Oferecido pela Universidade Canadense (HEC), o programa será coordenado por Inmaculada Buendia Martinez, e com uma carga horária de 40 horas. Estão previstas ainda visitas técnicas a lugares históricos,  como a Casa do Fundador do Movimento - Alphonse Desjardins e ao Centro Financeiro Empresarial. Em Miami (EUA), o grupo vai fazer uma visita a South Florida Educacional Federal Credit Union. A intenção é conhecer o modelo americano do cooperativismo de crédito.

O especialista em crédito da Gerência de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras, Silvio Giusti, vai participar das atividades. “É uma oportunidade de obter dados e conhecimento sobre a estruturação, legislação e mercado local, além de conhecimentos da história, formação e concorrência com o sistema bancário do Canadá”, avalia Giusti.
 

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Piau reprova PL que proíbe produção de carvão

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O deputado federal Paulo Piau reprovou na leitura de seu parecer Projeto de Lei nº 7.478/06 na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável que proibia a produção de carvão para fins comerciais e industriais com base em matéria-prima proveniente de vegetação nativa na bacia do rio São Francisco. “Precisamos preservar o meio ambiente, as áreas principalmente próximas as encostas dos rios, mas também não podemos tirar dos produtores rurais seu ganha pão. Mais uma proibição dessa levaria muitos produtores hoje a situação de miséria”, explica Piau.

De acordo com o parlamentar atualmente já existe consenso que a legislação ambiental brasileira, baseada em instrumentos de comando e controle, como é a proposta deste PL, não atende adequadamente a dimensão ética, associada a atitudes relacionadas com a pobreza e desigualdades. 

É necessário revisar a legislação ambiental e criar um código ambiental brasileiro, racional e harmônico, que considere todas essas dimensões.

“Áreas protegidas de preservação permanente e de reserva legal devem ser delimitadas por critérios técnico-científicos e não políticos”,finaliza Piau. (Com informações Agência Senado)

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Encontro de arrecadação tem início em Brasília

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“Encontros como esses são importantes para que cada contador entenda o correto acompanhamento da arrecadação do Sescoop e possa multiplicar o conhecimento para as cooperativas”. Com essa afirmação o gerente geral do Sescoop, Ryan Carlo, abriu o II Encontro de Arrecadação, na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), nesta segunda-feira (24/8), em Brasília (DF). Segundo ele, a evolução na atuação dos contadores após o primeiro evento é percebida em todo o País; por essa razão a capacitação neste segmento é fundamental.

Participam do encontro contadores das unidades estaduais do Sescoop e a equipe da Gerência Financeira (Gefin) da unidade nacional da instituição. O evento se encerra nesta terça-feira (25/8) e tem foco em aspectos práticos e operacionais do sistema de arrecadação do Sescoop. Neste primeiro dia, a programação constou de palestras sobre temas como a legislação previdenciária e Gefip, ferramenta desenvolvida pela Caixa Econômica Federal para se prestar informações sobre a origem e destino dos recursos.    

Tecnologia de ponta - Nesta terça-feira (25/8) as atividades do II Encontro de Arrecadação, na sede do Sescoop, serão em laboratório para verificar situações práticas. O grupo terá a sua disposição computadores instalados em wireless, ou seja, em redes sem fio.

"A tecnologia será usada pela primeira vez no Sistema Cooperativista e possibilitará maior mobilidade para o uso de computadores", diz o gerente de Tecnologia da Informação (Getin) da Organização das Cooperativas Brasileiras, Mozart Gomes. Segundo ele, o Sescoop dá um salto qualitativo ao incorporar tecnologia de ponta em suas atividades.
 

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24/8/2009 - Cooperativas lançam linha de crédito

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Publicado em 23/08/2009
Luiz Carlos da Cruz

Cascavel - Em Cascavel, no Oeste do Es­­tado, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) anunciou uma linha especial para empresas que tiveram prejuízos financeiros ao adotarem medidas para reduzir os riscos de contaminação da gripe A. De acordo com o vice-presidente administrativo do Sicoob, Valdir Pacini, a linha de crédito é de R$ 1 milhão e o limite por operação será de R$ 20 mil.

O Sicoob não tem meios técnicos para identificar se o empresário teve, de fato, algum tipo de prejuízo com a nova gripe. Por isso, inicialmente cada caso está sendo analisado pela Associação Comercial e Industrial de Cascavel (Acic) e Associação das Micro e Pequenas Empresas (Amic). “Estamos atendendo os encaminhamentos feitos pelas entidades”, diz Pacini.

Pagamento

O prazo para aparcelamento é de 36 meses, com taxa de juros de CDI mais 1% ao mês. “O prazo de até 36 meses por si só já é uma condição que facilita o reembolso. É uma operação normal de crédito, porém, com menos burocracia.” A expectativa é de que o volume de R$ 1 milhão gere aproximadamente 80 operações.

Antonio Moris, proprietário de uma escola de educação infantil que atende crianças de 1 a 5 anos, procurou a cooperativa para obter informações sobre a concessão de crédito.

Moris disse ter perdido aproximadamente 15% dos 145 alunos da escola nas últimas semanas. Com medo da nova gripe, muitos pais preferiram tirar as crianças da instituição até o fim do ano.

Ele ainda não fez os cálculos, mas afirma que o prejuízo financeiro é grande. Outro problema apontado pelo empresário é o fato de a escola ter ficado fechada durante 15 dias, seguindo orientação das autoridades sanitárias.

Reembolso

Muitos pais, segundo ele, estão questionando o pagamento dessas duas semanas e querem desconto dos dias parados. “Nossas despesas não param, temos professores para pagar. Essa linha de crédito é para pagar os funcionários e dar uma organizada na escola.”

Veículo: Correio Popular - Campinas
Publicado em: 24/8/2009

 

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