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O Sistema OCB-Sescoop/MT estabeleceu uma série de inovações a partir deste ano. No campo político está prevista a realização de um seminário relacionado ao Ramo Habitacional e a reativação da Frente Parlamentar do Cooperativismo do Mato Grosso (Frencoop/MT). Outro desafio será o início do projeto arquitetônico para a construção do Centro de Tecnologia e Informação do Cooperativismo de Mato Grosso, com conclusão estimada para 2012.
“Nosso propósito é descentralizar a informação e levar a educação às unidades das cooperativas de todo estado, por meio do ensino a distância e comunicação em tempo real”, revela o presidente do Sistema OCB-Sescoop/MT, Onofre Cezário de Souza.
Segundo Souza, com o centro tecnológico “o sistema pretende desenvolver projetos sociais, trazendo a comunidade para aprender o que é cooperativismo, principalmente as crianças”.
Formação - Outra iniciativa do sistema é a obrigatoriedade dos cooperados das novas cooperativas de fazer um curso de formação cooperativista, com direito a diploma. “Vamos formar a cooperativa na sua origem”, explicou o presidente Sistema OCB-Sescoop/MT.
No campo político, Souza revela que, em 2 de abril, deverá ocorrer o Seminário Habitacional em parceria do Governo do Estado e prefeituras do Mato Grosso. “No dia seguinte, 3 de abril, vamos reativar a Frencoop Estadual e também a do município de Cuiabá. Abril será um mês importante para o cooperativismo, vamos comemorar um ano de casa nova e fortalecer os laços institucionais com os poderes executivos e legislativos, que são tão importantes para o crescimento do cooperativismo”, disse. (Fonte: Sistema OCB-Sescoop/MT)
O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, será um dos palestrantes do IV Encontro de Educadores do Sistema Ocemg-Sescoop/MG. O evento acontecerá entre os dias 29 e 31 de janeiro, no Tauá Hotel, em Caeté (MG).
Lopes de Freitas irá falar sobre o tema “Educação Cooperativista e o Futuro do Sistema”. Serão abordadas ainda as mudanças estratégicas no processo de formação dos educadores.
A abertura oficial será feita pelo presidente do Sistema, Ronaldo Scucato.
Mais informações pelos telefones (31) 3025-7109 e 3025-7110. (Fonte: Sistema Ocemg-Sescoop/MG)
O Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDES) se reúne, nesta quinta-feira (22/1) , para realizar análise e monitoramento da crise internacional e seus reflexos no País. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, participará das discussões previstas para acontecer no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).
O CDES apresentou, em outubro de 2008, moção ao Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sobre a crise financeira internacional sugerindo medidas para combater os impactos negativos sobre a economia e a sociedade brasileira. Na proposição foram divulgadas perspectivas do crescimento com equidade e distribuição de renda, ancorada na manutenção do emprego, dos investimentos, dos gastos sociais, da valorização do salário mínimo e das transferências de renda.
Dada a gravidade da crise, o conselho propôs monitorar a sua evolução, seus efeitos sobre a economia brasileira e o resultado das medidas adotadas pelo Governo Federal para o enfrentamento dessa situação. Para isso, realizará reuniões periódicas com os dirigentes de órgãos gestores das principais medidas tomadas pelo Governo para combater a crise.
Nessas reuniões o CDES pretende conhecer os impactos das medidas de políticas econômicas, fiscais e monetárias, de desenvolvimento produtivo e de comércio internacional, enfatizando o comportamento do crédito, da produção, do consumo, do emprego, do câmbio, do comércio internacional e da inflação, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC ) , dentre outras variáveis que verificam o desempenho da economia brasileira.
"A juíza Nádia Maria Frota Pereira, da 6ª vara da Fazenda Pública, concedeu liminar à Cooperativa de Intercâmbio dos Odontólogos do Estado do Ceará (Interdonto), obrigando a Secretaria de Finanças do Município (Sefin), em Fortaleza (CE), a emitir documentos fiscais solicitados pela cooperativa. A decisão ocorreu na última semana. A Interdonto estava sendo coagida pelos auditores da Sefin a pagar o Imposto Sobre Serviço (ISS), mesmo sem possuir qualquer débito junto ao órgão.
“O tributo está sendo cobrado indevidamente, já que não há incidência de ISS sobre o ato cooperativo”, esclareceu André Fontenelle assessor jurídico do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Ceará (OCB/CE) e autor do mandado de segurança que resultou na liminar.
De acordo com Fontenelle, a cooperativa foi inviabilizada de continuar exercendo suas atividades habituais, já que estava impedida de receber blocos de notas fiscais. Além disso, a Sefin não emitia mais certidões negativas de débito em nome da cooperativa. (Fonte: OCB/CE)
Vai até 13 de fevereiro o prazo de inscrições para a nova turma de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Cooperativas. Oferecido em parceria do Sistema OCB-Sescoop/GO com a Universidade Católica de Goiás (UCG), o curso é destinado a profissionais do sistema cooperativo, como dirigentes, gestores e colaboradores. A especialização tem como objetivo preparar profissionais e dirigentes para enfrentar os desafios contínuos que as cooperativas enfrentam no mercado.
No conteúdo programático estão previstas abordagens de gestão contemporânea e o perfil do gestor; cooperativismo nas organizações contemporâneas; contabilidade; direito e gestão estratégica, dentre outras.
O curso deve acontecer de março deste ano a julho de 2010, com carga horária de 365 horas. As aulas serão realizadas em um final de semana por mês, na sede do Sistema OCB-Sescoop/GO, em Goiânia (GO). As vagas são limitadas.
Mais informações pelo telefone (62) 3240 8911 ou e-mail
O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Rondônia (OCB-RO) encerrou 2008 com mais 16 cooperativas registradas. Os números confirmam o crescimento dos ramos Trabalho e Transporte, seguindo a tendência verificada nos anos anteriores, e também refletem as ações de aproximação da OCB-RO com cooperativas dos outros ramos, especialmente o Agropecuário e Mineral.
Os novos registros aconteceram em função do trabalho de aproximação da organização com as cooperativas por meio de visitas do presidente da OCB-RO, Salatiel Rodrigues.
As ações do Sistema OCB-Sescoop/RO reiniciram em 2009 com uma agenda de novas visitas e de monitoramento de cooperativas. Na manhã desta segunda-feira (19/1), Rodrigues proferiu palestra de sensibilização para os cooperados da Cooperativa dos Garimpeiros, Mineração e Agroflorestas (Minacoop). Até o dia 27 outras duas cooperativas serão visitadas no Estado. (Fonte: Sistema OCB-Sescoop/RO)
Mais uma Linha Especial de Crédito (Lec) foi aprovada pelo governo para apoiar a comercialização de produtos agropecuários. A portaria nº 37, divulgada nessa segunda-feira (19/1) no Diário Oficial da União (DOU), define a concessão do crédito a beneficiadores e agroindústrias que comprovarem aquisição da matéria-prima diretamente de produtores ou suas cooperativas, pelo preço igual ou superior a R$ 0,60 por kg de maçã e pêssego, R$ 2,70 por kg de mel e R$ 4,00 por kg de lã ovina.
Com a medida, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) atende a setores específicos e financia o carregamento da produção para comercialização em condições de preços mais favoráveis aos produtores rurais, a exemplo do Empréstimo do Governo Federal (EGF).
O prazo de contratação vai até setembro de 2009 e o reembolso é de até 180 dias, com possibilidade de amortizações intermediárias a critério do agente financeiro. A taxa de juros básica é de 6,75% ao ano. (Fonte: Mapa)
"“A retração de mercados e a falta de crédito, além da depreciação dos preços, são reflexos imediatos da crise financeira internacional que traçam um cenário de incertezas para este ano”. Essa é a opinião do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, para quem a restrição de crédito é mais estruturante que conjuntural. “Estes efeitos foram percebidos no mercado externo desde os últimos meses de 2008 e agora começam a ficar mais aparentes também no mercado interno”, diz.
“Até setembro do ano passado, o Brasil ocupou espaço, com o mercado em expansão e o aumento da demanda mundial por alimentos. Com a crise, houve uma retração e o início de um processo de queima de estoques”. Para Freitas, o fato dos mercados estarem restritos afeta o caixa e o desenvolvimento das atividades nas cooperativas. “O setor agropecuário foi primeiro a sentir os impactos. A grande dificuldade é o acesso ao crédito, que se estende aos demais ramos. Precisamos garantir que isso não atrapalhe a comercialização dessa safra e gere ainda outros prejuízos”, diz.
Neste sentido, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), no trabalho de representação do setor, tem atuado junto a órgãos do governo federal e outras instituições com o objetivo de mitigar os efeitos da crise. Já no final de 2008, a entidade apresentou uma agenda positiva do cooperativismo, composta por medidas conjunturais e estruturantes, consideradas essenciais.
Márcio Lopes de Freitas diz que o momento pede urgência no cumprimento de medidas já anunciadas pelo governo, imprescindíveis para que o mercado volte a fluir. “Processos burocráticos, em conjunto com outros fatores, têm impedido a chegada dessas ações à base e a possibilidade do setor trabalhar para contornar os efeitos da crise”.
Para o presidente do Sistema OCB, o mercado interno ainda é uma salvaguarda importante, mas não suficiente para absorver o que seria destinado ao exterior. “Somos um país exportador, dependente em pelo menos 30% do mercado internacional. A agricultura também é dependente de produtos importados. Cerca de 70% dos fertilizantes são comprados de países estrangeiros”, avalia.
Sob outro ângulo, Márcio Freitas vê esse momento de crise como uma oportunidade de reflexão e melhoria dos processos de gestão. “Esperamos que essa situação não perdure por muito tempo. Acreditamos que fatos como o início da nova safra, a posse do novo presidente americano, além das providências já encaminhas, contribuam para a retração da crise e a normalidade dos mercados”, analisa Freitas.
Entre os desafios para 2009, o presidente do Sistema OCB também diz ser importante investir numa disseminação maior junto à sociedade do conceito, dos valores e princípios do cooperativismo, com suas particularidades. “É preciso fomentar o trabalho de educação cooperativa, nos sentidos da formação e informação, o que vai contribuir para o fortalecimento e crescimento do setor”, diz. “Isso também contribuirá para que se tenha uma percepção clara de que as cooperativas são organizações diferentes, que têm o capital humano como força, e, por tudo isso, devem ter um tratamento diferenciado, como o próprio adequado tratamento tributário do ato cooperativo”, complementa.
"“A retração de mercados e a falta de crédito, além da depreciação dos preços, são reflexos imediatos da crise financeira internacional que traçam um cenário de incertezas para este ano”. Essa é a opinião do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, para quem a restrição de crédito é mais estruturante que conjuntural. “Estes efeitos foram percebidos no mercado externo desde os últimos meses de 2008 e agora começam a ficar mais aparentes também no mercado interno”, diz.
“Até setembro do ano passado, o Brasil ocupou espaço, com o mercado em expansão e o aumento da demanda mundial por alimentos. Com a crise, houve uma retração e o início de um processo de queima de estoques”. Para Freitas, o fato dos mercados estarem restritos afeta o caixa e o desenvolvimento das atividades nas cooperativas. “O setor agropecuário foi primeiro a sentir os impactos. A grande dificuldade é o acesso ao crédito, que se estende aos demais ramos. Precisamos garantir que isso não atrapalhe a comercialização dessa safra e gere ainda outros prejuízos”, diz.
Neste sentido, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), no trabalho de representação do setor, tem atuado junto a órgãos do governo federal e outras instituições com o objetivo de mitigar os efeitos da crise. Já no final de 2008, a entidade apresentou uma agenda positiva do cooperativismo, composta por medidas conjunturais e estruturantes, consideradas essenciais.
Márcio Lopes de Freitas diz que o momento pede urgência no cumprimento de medidas já anunciadas pelo governo, imprescindíveis para que o mercado volte a fluir. “Processos burocráticos, em conjunto com outros fatores, têm impedido a chegada dessas ações à base e a possibilidade do setor trabalhar para contornar os efeitos da crise”.
Para o presidente do Sistema OCB, o mercado interno ainda é uma salvaguarda importante, mas não suficiente para absorver o que seria destinado ao exterior. “Somos um país exportador, dependente em pelo menos 30% do mercado internacional. A agricultura também é dependente de produtos importados. Cerca de 70% dos fertilizantes são comprados de países estrangeiros”, avalia.
Sob outro ângulo, Márcio Freitas vê esse momento de crise como uma oportunidade de reflexão e melhoria dos processos de gestão. “Esperamos que essa situação não perdure por muito tempo. Acreditamos que fatos como o início da nova safra, a posse do novo presidente americano, além das providências já encaminhas, contribuam para a retração da crise e a normalidade dos mercados”, analisa Freitas.
Entre os desafios para 2009, o presidente do Sistema OCB também diz ser importante investir numa disseminação maior junto à sociedade do conceito, dos valores e princípios do cooperativismo, com suas particularidades. “É preciso fomentar o trabalho de educação cooperativa, nos sentidos da formação e informação, o que vai contribuir para o fortalecimento e crescimento do setor”, diz. “Isso também contribuirá para que se tenha uma percepção clara de que as cooperativas são organizações diferentes, que têm o capital humano como força, e, por tudo isso, devem ter um tratamento diferenciado, como o próprio adequado tratamento tributário do ato cooperativo”, complementa.
Mais informações:
Gabriela Prado
Gerência de Comunicação – Sistema OCB
Tel: (61) 3325.2260 / Cel: (61) 8158.7771
www.brasilcooperativo.coop.br
A Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo) prorrogou as inscrições para a segunda edição do Prêmio Gestão Ambiental Rural Comigo até o próximo dia 31. A iniciativa deve destacar as propriedades dos cooperados que estão trabalhando no sistema produtivo sustentável, com a preocupação de produzir, mas também preservar.
A Comigo também pretende incentivar a educação ambiental e a conscientização pública pela preservação do meio ambiente e do uso sustentável dos recursos naturais.
Um dos coordenadores do projeto, o engenheiro agrônomo Eduardo Hara, enfatizou que o principal objetivo do prêmio é alertar os cooperados sobre a importância da preservação ambiental. “Pretendemos contribuir com a questão ambiental, fomentando discussões a esse respeito e incentivando a conscientização dos cooperados e da sociedade sobre o tema”, disse o agrônomo.
Participação - Hara disse que a coordenação pretende realizar o encerramento do prêmio durante a Tecnoshow Comigo 2009, nova edição da feira de transferência de tecnologia que a cooperativa realizará em abril. Poderão participar os produtores das 12 cidades que possuem lojas da cooperativa em Goiás.Serão oferecidos troféus para os municípios que atingirem maiores pontuações e os vencedores de cada município também serão premiados.
Mais informações pelo telefone (64) 3611 1500 ou pelo e-mail
O primeiro workshop sobre a parceria entre a Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) e o Banco do Brasil será realizado no dia 29 de janeiro, na Regional Oeste. O objetivo é estreitar relações entre o banco e as cooperativas, visando a construção de uma agenda positiva de trabalho capaz de gerar soluções e negócios.
As reuniões técnicas são direcionadas a presidentes e gestores de cooperativas dos ramos Agropecuário e Crédito. Participam superintendentes e gerentes do BB. Os workshops também acontecerão na regionais Leste, em São José dos Campos; Centro Paulista, Piracicaba; e Nordeste, Ribeirão Preto.
Firmada em outubro de 2008, a parceria tem em seus objetivos a capacitação das cooperativas e gerentes do banco. “Os gerentes do BB poderão conhecer melhor a realidade das cooperativas e apresentar de forma detalhada os produtos do banco. Será um ambiente diferente do dia-a-dia, com espaço adequado para dialogar sobre as necessidades dos empreendimentos cooperativos e elaborar planos de ação consistentes, que beneficiem os cooperados”, observa o presidente da Ocesp, Edivaldo Del Grande. A parceria é pioneira entre o BB e uma unidade estadual da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
O workshop será realizado a partir das 8h, no Ciesp Marília, localizado à rua Araraquara, 315, em Marília (SP). (Fonte: Ocesp)
A urgência na liberação de crédito para capital de giro voltado às cooperativas agropecuárias foi um dos principais temas tratados nesta quinta-feira (15/1) em audiência entre o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, deputado Odacir Zonta e o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes. A audiência aconteceu na sede do ministério, na tarde desta terça-feira, em Brasília (DF) e também contou com a participação do secretário executivo da Presidência, Renato Nobile.
Freitas falou que é necessário urgência no cumprimento das medidas anteriormente anunciadas pelo governo para mitigar os efeitos da crise financeira internacional. “O ministro se mostrou sensível e empenhado na busca de soluções adequadas à situação vivida pelas cooperativas agropecuárias. Mas sabemos que será necessário buscar e contar com o apoio de outros órgãos do governo e instituições financeiras, como já foi feito em dezembro de 2008”, disse Freitas.
A alocação de recursos de financiamento para capital de giro faz parte de uma agenda positiva considerada essencial pelo setor para contornar as dificuldades geradas pela crise. Além do capital de giro, considera-se fundamental a reavaliação e liberação das garantias excedentes para utilização em novas operações de crédito, especialmente garantias proporcionais ao montante já liquidado de dívidas antigas, como PESA, RECOOP e Securitização; Adiantamento sobre Contrato de Câmbio - ACC, comercialização e custeio da safra 2008/09) e a correção dos preços mínimos.
A formalização do Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro); o direcionamento de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) às cooperativas agropecuárias e de crédito e a agilização na liberação dos créditos tributários junto ao governo, além de recursos para o carreamento dos estoques de carne, em especial aves e suínos, às cooperativas produtoras agroindustriais, também estão entre as prioridades.
"O representante da cooperativa italiana IL Canale, Luciano Fanfani, chegou nesta quinta-feira (15/1) a Fortaleza (CE), para visitar o Projeto Família, uma parceria da Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Ceará e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (OCB-Sescoop/CE), IL Canale e Cooperativa Rural de Gestão Inovadora (Corgil). A visita se estende até o dia 25 de janeiro.
Fanfani, anualmente vem ao Estado para acompanhar o desenvolvimento das famílias que participam da iniciativa. O programa atua na cidade de Senador Pompeu, no interior do Ceará, desde 2001 e tem como objetivo estruturar as propriedades familiares, tornando-as produtivas e auto-sustentáveis.
O projeto ensina a participação de todo o núcleo familiar no processo de produção, que vai da criação de caprinos, ovinos, gado, aves, abelhas e frutas, até a contabilização dos custos. Os participantes aprendem ainda a ter uma visão mais ampla do mercado para a comercialização dos produtos.
A Corgil presta assistência técnica agronômica, contábil e de gestão, além de implantar uma estrutura para beneficiar a produção das famílias associadas e a comercialização coletiva. (Fonte: OCB/CE).
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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) lança, no próximo dia 10 de fevereiro, a Campanha Cooperativa Saudável, na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). A iniciativa, que conta com a parceria da Unimed do Brasil e da Universidade Federal Tecnológica do Paraná, tem como objetivos contribuir para o Sistema Cooperativista Brasileiro no desenvolvimento profissional, na integração de cooperativas e em ações que produzam efeitos positivos na qualidade de vida dos sócios e empregados de cooperativas.
De acordo com o gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão, José Luiz Pantoja, a campanha terá como foco os princípios cooperativistas “Educação, Formação e Informação”, “Cooperação entre Cooperativas”, e “Interesse pela Comunidade”. Ela inicia a partir da avaliação do Perfil do Estilo de Vida Individual - Pevi (NAHAS).
Nesta primeira fase a campanha será implementada em dez unidades estaduais que vão trabalhar com a avaliação Pevi, também chamada de Pentáculo do Bem-Estar. O instrumento, auto-administrado, inclui um diagnóstico utilizando cinco aspectos fundamentais do estilo de vida das pessoas.
Nos próximos dias o Sescoop vai enviar às unidades estaduais um ofício com os procedimentos que deverão ser efetuados, incluindo o termo de adesão à campanha.
A campanha surgiu da iniciativa do Grupo Técnico de Apoio (GTA Gestão), composto por superintendências das unidades do Sescoop, Santa Catarina, Amazonas, Mato Grosso, Alagoas, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Tocantins, além da participação de técnicos do Sescoop.
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Ao longo do ano de 2008, a Ocesp entregou certificados de registro a 53 cooperativas paulistas. Os números confirmam o crescimento dos ramos Trabalho e Transporte, seguindo a tendência verificada nos anos anteriores, e também refletem as ações de aproximação da Ocesp com cooperativas dos outros ramos, especialmente Saúde e Crédito. Foram registrados 12 empreendimentos cooperativos do ramo Trabalho, 11 de Transporte, 10 de Saúde, 9 de Crédito, 5 do Educacional, 2 do Agropecuário, 2 do Habitacional, 1 de Produção e 1 do Consumo.
Aproximação - Com o objetivo de fortalecer o Sistema Cooperativista Paulista, unificar a representação dos interesses do movimento e prestar um serviço mais qualificado às suas associadas, a Ocesp realizou ações de aproximação com as cooperativas não registradas. O esforço, realizado diretamente por membros da diretoria e superintendência da organização, resultou na integração de dezenas de singulares dos sistemas Unicred, Sicred e Unimed. Também houve aproximação com cooperativas dos outros ramos, por meio de visitas e contratação de consultores técnicos especializados.
Exigências legais – De acordo com técnicos da Ocesp, muitas cooperativas que realizam transporte de pessoas e cargas buscam o registro no Sistema Cooperativista Paulista para participar de licitações promovidas por prefeituras e outros órgãos públicos estaduais e federais. De acordo com a Lei 5.764/71, para funcionar de acordo com a legislação, a cooperativa deve registrar-se na unidade estadual da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
Desde janeiro de 2008, a Ocesp tem um novo procedimento para registro das cooperativas. As mudanças foram consolidadas na Resolução nº 4, que recentemente foi encaminhada pela Ocesp aos empreendimentos devidamente registrados. Os certificados de registro têm prazo de validade determinado, ficando condicionados ao cumprimento de deveres, entre eles as contribuições cooperativistas e o envio de documentos como atas, estatutos e guias de recolhimento ao INSS. Na prática, o registro provisório deixa de existir e o acompanhamento da Ocesp às cooperativas passa a ser mais efetivo.
O novo procedimento tem impacto em todas as cooperativas registradas na organização, mesmo as mais tradicionais. Para aquelas que já cumprem todas as suas obrigações, nada muda. A principal novidade é que a resolução permite à Ocesp negar o registro a cooperativas que não cumprem os requisitos da Lei 5764/71 e os princípios cooperativistas.(Fonte: Ocesp)
"O presidente da Ocesp, Edivaldo Del Grande, realiza nesta semana uma série de visitas a cooperativas agropecuárias e de crédito rural da Regional Nordeste do Estado de São Paulo. Del Grande foi conferir de perto os efeitos da escassez de crédito nas cooperativas, além de conhecer outras demandas e necessidades dos empreendimentos e estreitar relacionamento com seus gestores. “As visitas fazem parte de nosso esforço para estar mais perto das cooperativas. Teremos a inauguração, em breve, dos escritórios dos Núcleos Regionais e, com esses esforços de integração, pretendemos fortalecer o sistema cooperativista”, disse Del Grande.
Na segunda-feira, o presidente reuniu-se com diretores da Coopercitrus e Credicitrus, em Bebedouro, e da Credicoonai, em Ribeirão Preto. Hoje, esteve na Carol, em Orlândia, e no Sicoob Central Cocecrer (Cooperativa Central de Crédito Rural), em Ribeirão Preto; nesta quarta-feira, visita a Coplana, em Guariba, e a Copercana, em Sertãozinho.
O presidente da Ocesp está extremamente preocupado com os efeitos da crise financeira no campo. “A partir das conversas com dirigentes das cooperativas, percebo a gravidade dos efeitos da crise financeira. Isso já será sentido nesta safra, mas, se não houver nenhuma solução por parte do governo, teremos uma grande redução na safra 2009/10. Isso significa uma série de problemas econômicos e sociais à vista”, alerta Del Grande.
Na Carol, o presidente da Ocesp manteve contato com o seu presidente, José Oswaldo Galvão Junqueira, que avaliou a visita de forma positiva. Segundo Junqueira, “é realmente necessário estreitar o relacionamento e promover a integração, tendo como objetivo maior a organização com vistas à constante assistência prestada aos cooperados”.
Escritórios Regionais – A cidade de Ribeirão Preto será a sede da Regional Nordeste do Sistema Ocesp/Sescoop-SP, que terá seu escritório regional inaugurado em fevereiro. As outras regionais são a Leste, sediada em São José dos Campos, a Centro Paulista, em Piracicaba, a Oeste, em Marília, e a Sudeste, em São Paulo. (Fonte: Ocesp, com o apoio da Assessoria de Imprensa de Carol e Coopercitrus/Credicitrus)
A Cooperação tem suas raízes na paz e na justiça social. Como um dos objetivos da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) é “contribuir para a paz e a segurança internacional” através dos benefícios da cooperação, se justifica haver os cooperativistas de Israel, Palestina e Irã, entre outros, escrito à ACI, solicitando ao movimento cooperativo internacional que conclame um fim imediato da violência na sua região.
Atendemos, prazerosamente, o pedido, na certeza de que a ofensiva atual, assim como foi no passado, somente poderá tornar a situação pior.
Nós apoiamos a resolução das Nações Unidas, exigindo um imediato cessar-fogo e reconhecemos que somente através dos auspícios da ONU uma solução poderá ser encontrada. Esta solução deverá assegurar o direito à paz, à auto determinação e a um estado soberano a todas as pessoas da região.
Nossos valores cooperativos de solidariedade, democracia, equidade e responsabilidade oferecem uma base firme para esta solução e a ACI está pronta para assessorar neste processo.
Apelamos, portanto, aos governos do G20, da União Européia e das Nações Unidas para que promovam e apoiem as negociações entre Israel e a Palestina, a fim de alcançar uma paz duradoura baseada na justiça social, segurança e desenvolvimento econômico, conjugado com a melhoria do padrão de vida. Estes são os valores, princípios e regulamentos da empresa cooperativa, cujo desenvolvimento pode dar uma importante contribuição a este processo.
O Conselho de Administração da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) definiu, no final do ano passado, as regras para o recolhimento da contribuição cooperativista referente ao exercício 2009, ano base 2008. Nesse sentido, foi firmado um convênio com as organizações estaduais do Sistema OCB, que recebem diretamente a contribuição.
As cooperativas que optarem pelo pagamento antecipado, em parcela única, terão uma série de vantagens. Até o dia 31 de janeiro, o desconto é de 10%; até 28 de fevereiro, a cooperativa terá abatimento de 8%; e até 31 de março, o desconto é de 6%. Os pagamentos posteriores a 31 de maio de 2009 e a falta de pagamento no dia do respectivo vencimento, para o caso de pagamento em parcelas, estarão sujeitos à multa de 2% e juros de mora de 1% ao mês.
De acordo com a orientação do superintendente da OCB, Luís Tadeu Prudente Santos, as cooperativas devem procurar as suas respectivas organizações estaduais para efetuar o pagamento da Contribuição Cooperativista - 2009. “A adimplência é essencial para a sustentação das ações de representação e defesa dos interesses das cooperativas”, enfatiza Santos.
No Brasil, concentram-se 7.672 mil cooperativas, com cerca de 7,6 milhões de sócios, abrangendo 13 ramos de atividade econômica. As cooperativas geram mais de 250 mil empregos diretos e estendem seus resultados socioeconômicos às comunidades nas quais estão localizadas. Sua atuação abrange o mercado internacional, graças à expansão das exportações pelas cooperativas associadas ao Sistema OCB. Os resultados refletem-se no desenvolvimento e na melhor qualidade de vida e bem-estar social.
Clique aqui e tenha acesso ao endereço das organizações estaduais do Sistema OCB, que dispõem de mais informações sobre a Contribuição Cooperativista.
As dificuldades que as cooperativas gaúchas estão enfrentando com a falta de crédito para financiamento, foi pauta de uma reunião, nesta terça-feira (13/1), com representantes das cooperativas Fecoagro, Cotrimaio e Cotribá com o ministro Interino e Secretário Executivo do MDA, Daniel Maia. Participaram Rui Polidoro Pinto e Enio Cezar do Nascimento, presidente da Fecoagro e o diretor secretário da Cotribá, respectivamente. Eles disseram que mesmo tendo a liberação de recursos as cooperativas gaúchas terão dificuldades de acessar o crédito por questão de garantias e capacidade de pagamento. Informaram ainda que as cooperativas tenham recebíveis de cooperados , em função de financiamentos de secas, excesso de chuvas e armazenagens dos últimos cinco anos, que poderiam ser revestidos em capital para o caixa das mesmas.
Antônio Wünsch, presidente da Cotrimaio, informou ao ministro que mais de 70% dos cooperados têm a Declaração de Aptidão do Pronaf (DAP) e sugeriu que o Governo amenize a situação do agricultor com a flexibilização dos financiamento com juros de 2% ao ano. Participou da reunião o gerente de mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras,
Segundo Ninaut, o ministro Daniel Maia foi sensível às reivindicações das cooperativas e ficou de conversar com o Secretário de Agricultura Familiar Adoniran Sanches Peralci para discutir, em nível de Governo, a inclusão no ProcapAgro da redução da taxa de juros para 2% ao ano para o agricultor que tiver a DAP e aumentar o limite da capitalização para as cooperativas. Estiveram ainda presentes à reunião o presidente da Cooplib Ernesto Krug e o representante da Valor Consultoria Empresarial José Silvio Medeiros.
"Nesta terça-feira (13/1), o governo federal promoveu o primeiro leilão para o escoamento (PEP) de 200 milhões de litros de leite de vaca, mas apenas 38 milhões de litros foram leiloados. Ocorreu na modalidade "Cartela", por meio do Sistema Eletrônico de Comercialização da Conab (SEC), pela Bolsa de Mercadoria de Brasília (DF). De acordo com o gerente de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Evandro Ninaut, o resultado não foi tão positivo em virtude ter sido o primeiro. “O Governo até ampliou de R$ 0,035 para R$ 0,07 o prêmio de abertura para atrair os interessados, mas conseguiu comercializou apenas 19% da oferta”, finaliza Ninaut.
Participaram do leilão indústrias processadoras de leite e cooperativas de produtores de leite que efetuam o processamento do leite das Regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul. O desempenho do Governo, em relação ao ofertado, foi de 11,43% no centro-oeste, 21% no Sudeste e 20% no sul do país. O interessado na tabela divulgada pela Bolsa de Mercadorias de Brasília pode clicar aqui.
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